Implantes Hormonais

  1. Os implantes hormonais são seguros? Eles podem ser uma boa opção ou as pílulas são melhores?

Os implantes hormonais são formados por um bastonete de 4cm de comprimento com um tipo de progestagênio (hormônio sintético derivado da progesterona) em sua composição. O hormônio é liberado gradualmente, impedindo a ovulação. Deve ser inserido pelo médico abaixo da pele do braço com anestesia. O implante de etonogestrel (o único aprovado pela ANVISA e comercializado) tem duração de 3 anos e a principal vantagem frente a pílula é que não exige a disciplina diária da mulher, por este motivo e pela sua alta eficácia a Academia Americana de Pediatria indica tanto o implante hormonal quanto o DIU (dispositivo intrauterino) para evitar a gravidez indesejada em mulheres sexualmente ativas com menos de 20 anos, desde que acompanhados de preservativos para evitar as doenças sexualmente transmissíveis. Os outros implantes de gestrinona, ecolmetrina e testosterona não tem a comercialização aprovada, mas a matéria prima para fabricá-los é libertada, assim os médicos que os receitam, mandam manipulá-los.

  1. Qual a vantagem do chip hormonal?

As principais vantagens são a praticidade, já que a troca do implante se dá após 6 meses a 3 anos (dependendo do hormônio usado no implante); segurança, não há o perigo do esquecimento; controle, a dosagem de hormônio é liberada de forma gradual e constante.

  1. Quais são os riscos?

A elcometrina pode diminuir a libido, aumentar o peso e alterar o sono. Já a gestrinona e a testosterona podem aumentar o volume dos pelos, engrossar a voz e fazer o clitóris crescer, além da gestrinona muitas vezes aumentar a fome. O etonogestrel pode aumentar espinhas, levar a queda de cabelos, irregularidade menstrual, alteração de peso (aumento ou diminuição), alteração do humor.

  1. Por que as pessoas dizem que ele ajuda a definir o corpo?

Isto acontece porque os hormônios utilizados nestes implantes, principalmente a gestrinona e a testosterona prometem reduzir a celulite e aumentar a massa muscular, mas faltam estudos para estes implantes e o de elcometrina.

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